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O filho único

Hoje em dia, com os altos custos de se criar um filho, é cada vez mais comum, casais optarem por ter apenas um filho. E então temos o filho único.

O filho único costuma carregar um peso maior do que aqueles que tem irmãos. Ir bem na escola, dar e receber afeto dos pais, corresponder a todas as expectativas, etc. Ser filho único também tem suas vantagens. O afeto, os presentes, as viagens, a atenção, isso não costuma faltar ao filho único. Mas os pais precisam estar atentos.

Como não há com quem competir no mesmo nível, como aconteceria no caso de outras crianças na casa, o filho único precisa entender que o mundo e a vida são diferentes daquilo que ele tem em casa. Lá fora não é tudo para ele. Poder aguentar as frustrações é algo que toda criança precisa aprender, igualmente nesse caso. Os limites são importantes e temos que prestar atenção para não cair na tentação de dar ao filho único tudo o que ele quer, afinal ele é o primogênito e o caçula ao mesmo tempo.

É importante também que o filho único busque socializar, entrar em contato com outras crianças, brincar em grupo para poder conviver com pessoas de sua idade, com sua linguagem e capacidades, compartilhar espaços e também aprender a competir, ganhar e perder. Se os pais tiverem essa consciência e proporcionarem ao filho essa diversidade de experiências, sem confiná-lo ao convívio com os adultos, o filho único pode ser tão feliz e saudável como qualquer outra criança.

Graduada, Pós-graduada e Mestre pela PUC- SP, a psicóloga e psicoterapeuta Renata Soifer Kraiser trabalha a Terapia Individual em sua clínica localizada na zona oeste de São Paulo.
Entre em contato e agende uma consulta: (11) 3031-5196 e (11) 3031-2769.




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